Prática inovadora do Prêmio República auxilia vítimas de violência doméstica

"Empoderando mulheres e fortalecendo famílias". A iniciativa da Associação Fala Mulher foi a vencedora da categoria Práticas Inovadoras do VIII Prêmio República de Valorização do Ministério Público Federal. O anúncio foi realizado em 30 de julho deste ano.

A Associação Fala Mulher é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão atuar na defesa dos direitos humanos com especilidade no enfrentamento na violência contra a mulher. Em parceria com o poder público municipal de São Paulo, a entidade auxilia em duas casas de abrigo destinada as mulheres e seus filhos em situação de violência doméstica e risco de morte. Além disso, atua com assistência em dois centros de defesa da mulher e quatro núcleos de proteção jurídico, social e psicológico.

Como vencedora da categoria Práticas Inovadoras, a entidade recebeu R$ 5 mil. Puderam participar da seleção iniciativas da sociedade civil que contribuiram para a melhoria do atendimento humanizado e imediato nos sistemas de saúde, assistência social e segurança pública com acolhimento de vítimas de violência sexual, sob a perspectiva dos direitos previstos na Lei 12.845/2013 e da necessidade de integração das áreas envolvidas neste tipo de atendimento.

"Foi um prêmio muito importante. A vitória nos confere ainda mais apreço e responsabilidade com o escopo do nosso trabalho", diz Edwirges Lúcia Horvath, presidente da associação, que destaca a iniciativa da ANPR. "O que nos incentivou para a inscrição foi a relevância da instituição no plano nacional e a possibilidade de expor o trabalho em um órgão dessa grandeza", conclui.

Além de Edwirges, o trabalho conta com a participação de Suzanne Marie Mailloux, Américo Simão, Cristiana Reis Cavallieri, Silvane Di Genova Petcov, Wagner Aparecido Carneiro, Salvador Rodrigues Fiuza Neto, Luciane Di Genova Petcov, Alexandre Pascoal Viana Santos, Patrícia Santana, Vanessa Molina, Camila Silva, Carla Aparecida Jara, Érika Cristina Rodrigues, Fábio Yesca Tarateti, Lídia Tinti e Renata Felintro Zilda Novaes.

Organizado pela Associação Nacional dos Procuradores da República, o Prêmio República de 2020 contou com 10 categorias voltadas para membros do MPF, advogados, jornalistas e entidades. A ideia é identificar e dar visibilidade à atuação dos membros do MPF, além de reconhecer iniciativas da sociedade civil, da imprensa e de advogados que comungam do mesmo ideal da instituição na luta pelos direitos humanos, cidadania e no combate ao crime.

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